7 de outubro de 2019

O Menino e a Cicatriz

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e closeup

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas do colégio não falavam com ele nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas do colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia… Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou a seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino pra que ele fosse o ultimo a entrar na sala de aula e o primeiro a sair, dessa forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem pra trás. O professor achou magnifica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais pra trás.

Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, mas com uma condição: que ele compareceria na frente de todos os colegas do colégio, para dizer o porque daquela CICATRIZ. A turma concordou e no dia seguinte o menino entrou e dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

– Sabe turma, eu entendo vocês. Essa cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:- Minha mãe era muito pobre e pra ajudar na alimentação da casa ela passava roupa pra fora… eu tinha por volta de 7 ou 8 anos de idade…(A turma tava em silencio atenta a tudo…) o menino continuou:

– Além de mim, tinha mais 3 irmãozinhos: um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha de apenas alguns dias de vida.(SILENCIO TOTAL NA SALA). Foi aí que não sei como a nossa casa que era simples e toda de madeira começou a pegar fogo. Minha mãe correu até ao quarto em que estávamos, pegou meu irmão de 4 anos, o de 2 anos e eu pelo braço e nos levou pra fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estavam muito quente. Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e pediu que eu ficasse ali até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar a casa e pegar a minha irmãzinha que ainda ficara no quarto em chamas.

Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe pegar minha irmãzinha e vi minha mãe gritar: “minha filha está la dentro”! Vi no rosto da minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixavam minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi: Deixei meus irmãos e disse-lhes que não saíssem de lá até eu voltar. Saí entre as pessoas e sem que eles percebessem eu entrei na casa. Havia muita fumaça, estava tudo muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.

Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei ao quarto lá estava ela enrolada num lençol e chorava muito. Nesse momento vi alguma coisa caindo e então me joguei sobre ela para a protege e aquela coisa quente tocou no meu rosto. (A turma estava quieta, atenta ao menino e envergonhada) Então o menino continuou: Vocês podem até achar essa CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que a acha linda e todos os dias quando eu chego, a minha irmãzinha a beija porque sabe que é a marca do AMOR.

5 de outubro de 2019

Parábola para estes dias...


Jorge Guarda
29 de setembro às 22:06

Parábola para estes dias...
Um camponês, cansado da rotina do campo e de tanto trabalho duro, decidiu vender a sua quinta.
Como sabia que o seu vizinho era um destacado poeta, decidiu pedir-lhe o favor que lhe redigisse o aviso da venda. O poeta acedeu com agrado.
O aviso dizia: «Vendo um bocadinho de céu, adornado com belas flores e verdes árvores, formosos prados e um cristalino rio com a água mais pura que jamais possa ter visto».
O poeta teve que ausentar-se por um tempo. Mas, logo que regressou resolveu visitar os seus novos vizinhos, pensando que aquele camponês do aviso tinha abandonado a terra.
Grande foi a sua surpresa ao ver o camponês a trabalhar na sua quinta.
O poeta perguntou-lhe:
- Amigo, não se ia embora da quinta?
O camponês, com um sorriso, respondeu:
- Não, meu querido vizinho. Depois de ler o aviso que teve a amabilidade de me escrever, compreendi que tinha o lugar mais maravilhoso da terra…
Copio esta mensagem que recebi, ilustrando-a com a fotografia. Talvez nos ajude neste tempo de campanha eleitoral!
Mas vale também para a nossa vida, família, comunidades cristãs, sociedade... Quanto nos focamos nas dificuldades, insucessos..., ficamos cansados depressa... Se nos focamos no melhor de nós, da família, da comunidade cristã..., com uma visão positiva, então ganhamos nova coragem para trabalhar a fim de fazer crescer esse melhor e diminuir o que não está bem. Como o poeta, podemos ajudar-nos a ter uma nova e mais bela visão sobre a realidade.

30 de setembro de 2019

Um ex-maçom explica detalhadamente a relação entre o demônio e a maçonaria

Por Blanca Ruiz

Serge Abad-Gallardo. Foto: Blanca Ruiz/ ACI Prensa

MADRI, 04 Mai. 15 / 07:14 pm (ACI).- Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI ele explica também a relação que existe entre o demônio e a organização.
“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.
“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.
Serge é arquiteto e entrou na loja maçônica através um amigo, tentando encontrar nela as respostas às perguntas mais profundas do homem.
“Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim as encontrei”, afirmou.
Abad-Gallardo contou que o caminho para deixar a Maçonaria foi difícil: “durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, esse podia ser um lugar onde falaria aos maçons do Evangelho. Mas conversando com um sacerdote, ele me explicou que não adianta tentar falar-lhes da Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar”.
Após os repetidos comentários anticlericais de vários altos graus da Maçonaria, Serge não podia ficar calado e defendia a Igreja. Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçônico "se dava glória a Lúcifer". “Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz’”, explica o espanhol ao grupo ACI.
Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Gênesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original. “Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave”, declara.
Conforme afirma Serge: “entre a maçonaria e o demônio há uma relação, mas não é tão direta. A maioria dos maçons não percebem a influência do demônio nos rituais maçônicos. Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela 'Felicidade da Humanidade' ou pelo 'Progresso da Humanidade', isto é, “não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam com palavras e devemos perceber, o quanto é perigoso para um católico estar dentro de uma sociedade assim”.
O ex-maçom relata: "embora poucos mações saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demônio, cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo minha experiência, a maioria deles não percebem", "não devemos esquecer que o demônio é o 'pai da mentira'".
Conforme explica, esta relação indireta com o demônio se manifesta de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar as pessoas que entram na maçonaria da fé e especialmente da Igreja Católica. "A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo", recordou Serge.
Nesse sentido Serge Abad-Gallardo também explica: "o ritual maçônico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçônicos como fossem verdades profundas e esotéricas".
Apesar de que "na maçonaria não existam ritos diretamente satânicos, estas cerimônias constituem uma porta de entrada para o demônio".
Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é “Tubalcaïn”, traduzida como “descendente direto de Caim”. "Já sabemos o que ele, Caim, fez. Ele foi inspirado pelo demônio a matar o seu irmão por ciúmes e ele é o modelo para os mestres maçons", afirma Serge.
"Os rituais não mudaram, somente tiveram pequenas mudanças. De fato, nos Altos Graus, é onde se encontra as referências mais esotéricas e ocultas, por volta do ano 1800, 70 anos depois que nasceu a Maçonaria em 1717”.
Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: "a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambos".
De fato, explica que numa das tábuas maçônicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que "quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a Igreja de Satanás que atualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais".
"A maçonaria afasta de Cristo. Porque embora fale-se sobre Jesus Cristo no 18º grau dos Altos Graus maçônicos, não há nada a ver com o Jesus Cristo da Igreja Católica, pois o mencionam como um sábio ou filósofo qualquer", insiste.
"Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfêmia, pois excluem a divindade a Cristo e dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra 'carpinteiro' é a etimologia da palavra 'arquiteto' e todos os maçons, especialmente nos Altos Graus são Grandes Arquitetos", afirmou Serge.
Fazendo menção ao tema: "na maçonaria acreditam no 'Grande arquiteto do Universo', querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo".
Há dois anos Serge largou totalmente a maçonaria, mas afirma que o controle que esta organização tem sobre a sociedade francesa é crescente. “No meu primeiro trabalho o prefeito era maçom, mas ninguém sabia, o diretor do seu gabinete, o encarregado de urbanismo e eu também éramos maçons, e outros dois arquitetos da prefeitura onde trabalhava”, recorda.
“Quando tentaram aprovar a última lei sobre a eutanásia, há um parágrafo que faz menção à ‘sedação profunda’ que é a mesma expressão que aparece numa tábua maçônica de 2004, onde mencionam este tema. Quer dizer, que as leis atuais na França estão sendo feitas nas lojas maçônicas, dez ou quinze anos antes de serem votadas”, conta ao grupo ACI.
Nesse sentido afirma que “na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”.

11 de julho de 2019

“A glória de Deus é o homem vivo” e “a vida do homem é a visão de Deus”

PRAYING

Dom Henrique faz uma belíssima reflexão sobre a verdadeira vida a que somos convidados
Dom Henrique Soares da Costa, bispo de Palmares, PE, publicou em seu blog a seguinte reflexão sobre o quanto é sublime o homem amado por Deus e o quanto esse mesmo homem é capaz de aviltar-se quando se afasta d’Aquele que é seu Criador e sua Plenitude.
“Gloria Dei vivens homo!”

No longínquo século II, um dos mais ilustres dentre os bispos e teólogos da Igreja, Santo Irineu de Lião, afirmava: “Nunca poderíamos obter a incorrupção e a imortalidade a não ser unindo-nos à incorrupção e à imortalidade. Mas como poderíamos realizar esta união sem que antes a incorrupção e a imortalidade se tornassem aquilo que somos, a fim de que o corruptível fosse absorvido pela incorrupção e o mortal pela imortalidade e, deste modo, pudéssemos receber a adoção de filhos?” (Contra as Heresias, III,19,1).Aqui, o santo Bispo quer dizer, entre outras coisas, que o homem sozinho não se salva, não chega a ser aquilo que sonha ser, não chega à plenitude, não se realiza. Aquilo que hoje chamamos de realização da existência, de vida plena, de sentido da vida e de salvação, Irineu chama de “incorrupção e imortalidade”: vida plena neste mundo e na glória eterna!
Pois bem, o homem sozinho, não chega a isso. Foi preciso que Deus lhe estendesse a mão, que o Filho de Deus Se tornasse filho do homem, que o Verbo Se fizesse carne, um de nós, um como nós, um vivendo a nossa aventura humana: “Tendo falhado o homem, Deus foi magnânimo, pois previa a vitória que pelo Verbo lhe seria restituída. Porque a força se perfaz na fraqueza, revelou-se então a benignidade de Deus e Seu esplêndido poder” (Ibidem, III,20,1).
Não deixa de ser surpreendente que, passados dois mil anos de cristianismo, a nossa cultura ocidental, engendrada pela fé cristã e por ela marcada, revele-se tão bêbada de prepotência e tão cega, na ilusão de construir uma civilização sem Deus, como se o homem se bastasse, fosse seu próprio fim, seu critério último ou, no dizer dos sofistas gregos, “a medida de todas as coisas“. Não! O homem não é a medida de todas as coisas, o critério último do bem e do mal, do certo e do errado! Ao menos esse homem, fechado em si, incapaz de reconhecer que ele vem de um Outro, a esse Outro está sempre referido e deste Outro dependerá sempre!
Por que esta reflexão, no presente texto? Por toda essa dissolução do verdadeiro sentido da vida humana na nossa enferma e decadente cultura ocidental. Recordo aqui umas admiráveis palavras de São João Paulo II, que advertia, de modo belíssimo: “Reconhecer a vida! Reconhecer significa, antes de tudo redescobrir com renovada admiração aquilo que a própria razão e a ciência não temem chamar de ‘mistério’. A vida, especialmente a vida humana, suscita a pergunta fundamental, que o Salmista exprime de modo insuperável: ‘Que é o homem para que te recordes dele, o filho do homem, para que dele cuides?’ (Sl 8,5). Ninguém é dono da vida, ninguém tem o direito de manipular, oprimir ou até mesmo tirar a vida, sua ou dos outros“.
Nosso tempo tem a seríssima tendência de desrespeitar a vida, no seu início (manipulações imorais, aborto, pílulas do dia seguinte), no seu desenvolver-se (pela fome, pela prostituição e libertinagem sexual, pelos entorpecentes, pelo fumo e o álcool, pela violência) e no seu fim (desprezo pelos anciãos, eutanásia). Tudo isso revela, por um lado, um vazio de Deus, de sentido do Absoluto que dá a razão última e o valor supremo de nossa existência e, por outro lado, revela também uma autossuficiência humana, que pensa bastar-se a si mesma! As palavras do santo Papa, neste sentido, eram proféticas: “Ninguém é dono da vida!” Esta é o dom primordial, o maior de todos: dom, presente imerecido e inesperado, surpresa absoluta vinda de Deus, aquilo que na linguagem teológica chamamos de “graça”! Isso mesmo: a vida é graça, como graça deve ser acolhida e como graça deve ser vivida!
Dramático na nossa cultura ocidental é que o homem nega Deus para afirmar-se, como um adolescente que somente se sente autônomo negando a autoridade dos pais. O triste é que negando Deus, negando Sua autoridade sobre nós, não nos tornamos mais livres nem dignificamos mais a existência humana, mas, ao contrário, sem Deus valemos menos, sem Deus a vida humana, em última análise, está entregue ao próprio capricho humano. Basta que olhemos ao nosso redor: quão pouco vale o homem. Para o sistema globalizado ele somente vale pelo que tem, pelo que produz e pelo que consome! Ao invés, quando Deus é retamente compreendido, torna-Se a maior garantia da preciosidade da vida humana – do primeiro ao último momento de sua existência! A verdadeira e perene base de todo autêntico direito humano é Deus, de Quem o homem é imagem e a Quem o homem é referido radicalmente, como já recordava o Livro do Gênesis: “Eu pedirei contas da vida do homem. Quem derrama o sangue do homem, pelo homem terá o seu sangue derramado. Pois à imagem de Deus o homem foi feito!” (Gn 9,5b-6) Era isso também que Santo Irineu queria exprimir ao dizer: Gloria Dei vivens homo (A glória de Deus é o homem vivo). Deus é o Amigo dos homens, e somente na alegria e na plenitude humana a Sua glória manifesta-se realmente! O homem morto, humilhado, coisificado pelas várias ideologias, antigas ou novas, pisoteado na sua dignidade, não glorifica a Deus, de Quem é imagem. Mas Irineu também completava: Vita hominis visio Dei (A Vida do homem é a visão de Deus). Somente na visão (na comunhão, na intimidade) de Deus o homem encontra sua verdadeira Vida, porque descobre o âmago da sua dignidade e o fundamento do sentido de sua existência. Sem a visão de Deus em sua vida, sem ter a Deus como seu horizonte, o homem se perde, o homem “morre” e, morto, também não revela a glória de Deus. Eis a nossa civilização, que autoriza aborto, como se fôssemos senhores da vida e da morte, que manipula células-tronco de embriões humanos, que brinca de clonar e de fecundar in vitro, que destrói o reto e natural conceito de família, que deturpa e denigre o verdadeiro sentido da sexualidade e da diferença entre os sexos, desejando plagiar o próprio Deus, zombando do próprio Autor e Senhor da vida.
O triste e dramático é que, fechando-se para Deus, nossa civilização torna-se, na verdade, barbárie, que destruirá as pessoas e a si própria. Os sinais já estão aí; em alguns setores, de modo muito evidente, num avançado processo de decomposição cultural e humana. Quem tem olhos para ver, veja!

6 de julho de 2019

Amigo

Três estudantes universitários

Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte. Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou. Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste. O professor, que era uma pessoa justa, disse-lhes que fariam um teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados. No terceiro dia, apresentaram-se para o teste e o professor disse-lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais, os três teriam que o fazer em salas diferentes. Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato. O teste tinha 6 perguntas e a cotação de 20 valores.
Q.1 – Escreva o seu nome (0,5 valores)

Q.2 – Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foi há quatro dias atrás (5 valores )
Q.3 – Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou (5 valores)
Q.4 – Qual das 4 rodas rebentou (5 valores )
Q.5 – Qual era a marca da roda que rebentou (2 valores)
Q.6 – Quem ia a conduzir? (2.5 valores)
Há professores do catano.
São muitos anos a virar frangos!!!!….

“Bando” de miúdas

Num liceu no Porto estava a acontecer uma coisa muito fora do comum. Um “bando” de miúdas de 12 anos andava a pôr batom nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam o espelho da casa de banho. O Cons. Exec. andava bastante preocupado, porque a funcionária da limpeza tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao fim do dia e no dia seguinte lá estavam outra vez as marcas de batom. Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a dificuldade, pediu à empregada para mostrar como é que ela fazia para limpar o espelho. A empregada pegou numa “esfregona”, molhou-a na sanita e passou-a repetidamente no espelho até as marcas desaparecerem.
Nunca mais houve marcas no espelho…
Há professores e educadores…

Morre-se depressa demais

Consumimos as alegrias e os desgostos à velocidade da luz. Depois perguntamo-nos de onde vem a ansiedade e a depressão.
Vivemos tão depressa que damos por nós a entrar num centro comercial e a não saber em que estação do ano estamos. Com os saldos de Verão a começarem antes do Verão vir sequer marcado no calendário, ficamos com a ideia de que já não vale a pena comprar um fato-de-banho porque o Outono está mesmo a chegar. Confusos, rebuscamos na memória os dias longos de praia, os jantares na varanda, as férias, e concluímos que o nosso cérebro se desgastou de tanto uso, porque as recordações que temos parecem antigas e, no entanto, a avaliar pela colecção Outono/Inverno que enche as páginas das revistas, só pode ter sido ontem.
Não entendíamos quando, em pequenos, nos diziam que o Natal não demorava nada e os dias rolavam penosamente, ou que tarda nada fazíamos anos, e o “tarda nada” era mesmo tarde e parecia-nos nunca mais chegar. Mas, agora, percebemos que o tempo voa, tudo passa a correr, o que é tanto mais idiota quanto era exactamente agora que devia andar a passinhos de bebé (lembram-se do jogo?), porque a recta final está progressivamente mais próxima.
Olhamos para o calendário e não percebemos o que fizemos aos dias que voaram, mas se olharmos mais de perto as nossas agendas, percebemos que estiveram cheios de acontecimentos, que se atropelaram uns aos outros, sem nos deixar um segundo para respirar.
Andamos cansados, muito cansados, sobretudos aqueles que têm filhos pequenos, e dentre esses, à cabeça de todos, lá estão as mulheres que acumulam profissão e a casa/família. Nem a invenção das férias pagas, que nem meio século tem, nos veio descansar, porque rapidamente enchemos também aqueles dias com mil “compromissos” obrigatórios.
O mal não é que as 24 quatro horas do dia tenham encolhido, mas simplesmente que a nossa omnipotência nos deixe com a ilusão de que conseguimos encher o espaço de um dia com tantas e tantas coisas, como se conseguíssemos estar em muitos lados em simultâneo.
Contudo, o que mais me aflige é o facto de vivermos os acontecimentos profundamente marcantes num toca- -e-foge que não nos deixa reflectir sobre eles, senti-los em profundidade, gozá–los ou lamentá-los, resolvê-los e superá-los, em lugar de os varrer para debaixo do tapete. E obrigamos os outros também a varrer, na nossa intolerância para com a dor que não passa rapidamente, para com o desgosto que se mantém, para com aqueles que se continuam a queixar da mesma coisa, num tempo em que mesmo a maior tragédia é ultrapassada por aquela que vem a seguir.
Depois queixamo-nos da tristeza que não sabemos de onde vem, da ansiedade que nos toma inesperadamente e, claro, da depressão que se instala, jurando nós que não temos motivos nenhuns para a sentir.
Basta olhar para a pressa com que gerimos a morte. Homens e mulheres extraordinários parecem desaparecer da face da terra, e da memória, num abrir e fechar de olhos. E por muito que os tenhamos admirado, por muito que nos façam falta, continuamos em frente, não por mal, mas porque somos empurrados pela voracidade dos dias, pelos compromissos e obrigações, porque não podemos deixar cair tudo o que de nós depende. Sem lhes erguermos a estátua que merecem, sem que o seu nome fique sequer gravado numa lápide, que fique para lá da sua vida, da nossa vida, da vida dos nossos filhos, para que um dia, alguém a possa ler e perguntar: “Quem foi este?” Decididamente, não gosto de cremações. Decididamente, quero viver mais devagar.
30/05/2015
Isabel Stilwell
Jornalista e escritora
Escreve ao sábado 

Nossos padres e párocos

Nossos padres e párocos estão entre os membros mais trabalhadores da Igreja. O sacerdote paroquial típico trabalha todos os fins de semana e férias, mora no mesmo lugar em que trabalha e tem apenas um dia de descanso na semana – isso sem contar que hoje em dia é exigido deles que cuidem de mais pessoas e que assumam mais responsabilidades e funções que antigamente.
Perguntamos a alguns párocos como poderíamos demonstrar que estamos agradecidos por todo o trabalho que eles realizam por nós. Recebemos estas respostas:
1. Rezar por eles.
2. Preparar-lhes uma refeição ou lanche, especialmente em dias de muito trabalho.
3. Comemorar os dias especiais na vida deles, como aniversário e ordenação sacerdotal.
4. Orar mais, reclamar menos.
5. Oferecer-se para ajudar em alguma coisa.
6. Ir à missa e confessar-se com regularidade.
7. Escrever uma cartinha de agradecimento.
8. Dizer-lhes “obrigado” pessoalmente.
9. Elogiá-los.
10. Preocupar-se pelo seu bem-estar.
11. Evitar as fofocas na paróquia.
12. Deixar claro que você os apoia.
13. Ter amizade com o padre antes de sair apontando suas falhas.
14. Ter expectativas realistas (ele é um ser humano) e ser útil.
15. Não achar que o padre existe só para atender você; não tomar muito tempo dele.
16. Ser solidário.
17. Dar o espaço de que ele precisa para ter sossego e paz de vez em quando.
18. Convidá-lo para atividades e reuniões familiares.
19. Buscar a santidade, pois esta é a maior felicidade de um sacerdote: ver que suas ovelhas estão buscando sinceramente o caminho que leva a Deus.

Vi e partilho

Vi e partilho:

“Uma vez perguntaram a um homem:
– ‘Que ganhas em orar regularmente a Deus?’
Ele Respondeu:
– ‘Nada… Mas deixa-me que te diga o que perdi: A Ira, o Ego, a Avareza, a Depressão, a Insegurança e o Medo da Morte.’
Às vezes, a resposta às nossas orações não está em ganhar alguma coisa, mas sim em perder.”

Ela andava cansada que o marido trabalhasse até tarde… um dia descobriu isto na sua roupa suja…



Jonna Miller é uma esposa, uma mãe e uma escritora de blogues. Recentemente ela revelou um momento chocante que teve em casa enquanto o marido estava a trabalhar. Ela estava doente e cansada que o marido trabalhasse até tarde e longe da família, mas tudo fez sentido um dia enquanto lavava a roupa. 


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Isto foi o que Jonna escreveu sobre esse momento:
“É uma coisa linda, não é? Encontrar o homem dos nossos sonhos, começar a passar o resto da nossa vida com ele e viver a nossa fantasia de infância de um “felizes para sempre”. Pelo menos é o que tenho lido em contos de fadas. Mas, eu não me lembro do príncipe no conto de fadas ter as mãos rachadas e cheias de calos antes dos 30. Não me lembro do Príncipe faltar a jantares porque estava a trabalhar o tempo todo ou ir para a cama pouco depois de chegar a casa por estar tão exausto. Eu não me lembro de nada disso.
Estou casada com um homem que trabalha duro e eu estaria a mentir se dissesse que isso não me afecta. Às vezes, ele volta para casa muito depois das 5h e eu fico ao pé da porta para lhe poder gritar “disseste que ias a estar em casa às 5!”
… Como se ele preferisse estar a trabalhar do que passar tempo comigo e com a nossa filha. Tornei-me irracional. Vou contra o meu melhor julgamento e deixo que a minha boca fale antes de pensar. Eu sei que o estou a colocar numa situação impossível. Ele literalmente não pode ganhar. Se ele não trabalhar até tarde, eu não terei o novo conjunto de mobiliário que TENHO que ter. Se ele trabalha até tarde, ele chega a casa para uma esposa irritada que está desesperada pela atenção dele. Eu sou tão egoísta no nosso casamento e tenho consciência disso. Mas, de vez em quando tenho os meus momentos “Ahaha” e isso dá-me uma sensação de compreensão. Exceto, este momento, este momento foi diferente dos outros e mudou tudo para mim.
Era uma quarta-feira à noite e o meu marido trabalhava até muito mais tarde do que me tinha dito. O jantar dele já estava frio, eu coloquei-o no frigorífico e sentei-me no chão com a nossa filha. Nós brincamos com bonecas e lê-mos alguns livros, mas na minha mente tudo o que eu estava a pensar era “Ele vai ouvir das boas quando chegar a casa”. Eu ouvi a máquina de secar roupa a parar e, ao invés de dar-lhe outra volta para evitar dobrar a roupa como é meu hábito, decidi não fazer nada disso.
Eu tirei as roupas da máquina e atirei-as sobre a mesa da cozinha. Comecei a dobrar, pensando: “Porque é que ele não quer passar tempo comigo? Nós somos recém-casados, não é suposto estarmos na fase de lua de mel ??”
Este tipo de pensamentos estão a consumir-me, agora tenho dois montes de roupas, as minhas roupas e as roupas dele. Olhei para as minhas roupas e vi-as tão vibrantes, limpas e novas? As dele estavam sujas, manchadas e rasgadas. Eu parei de dobrar e fiquei ali, a pensar.
Este homem dá-me mais do que o que eu mereço. Se eu lhe disser que quero algo, muito raramente me vai dizer não. Comecei a sentir um enorme sentimento de culpa e vergonha. Não pude deixar de sentir que falhei como esposa. Em vez de ser agradecida por ter um marido fantástico que cuida incrivelmente de mim e da nossa filha, eu espero que ele volte para casa discutir com ele. Eu sou mimada com os frutos do trabalho dele e ele anda com um par de cuecas rasgadas. Eu estava a agir como se ele estivesse a divertir-se com os amigos mas esta lavagem de roupa ‘contou-me’ uma história completamente diferente.
As mãos dele estão ásperas. Elas tem bolhas e rachaduras. As roupas dele estão rasgadas, manchadas e sujas. No entanto, ele não se importa. O coração dele fica repleto quando chega a casa e a nossa filha corre até ele animadamente gritando “PAPA”!
Os sonhos dele tornaram-se realidade ao ser um homem de confiança e ser capaz de sustentar a sua família. Ele tem tudo o que sempre quis na vida …
Estou a trabalhar para ser mais branda com ele e uma esposa melhor. Claro que, eu sinto falta dele e quero passar mais tempo com ele durante a semana, mas percebi que ele me oferece a mais bonita forma de amor que existe … ele trabalha para dar à nossa família tudo o que precisamos. Ele trabalha para que não falte nada à esposa e à filha, mesmo que às vezes eu seja um pouco ‘azeda’ com ele.
Se tens um marido na tua vida que trabalha e não sabes o quanto ele te ama … "Lava-lhe a roupa!“
Estas palavras são realmente significativas, é uma maneira forte de ver as coisas e esperemos que isto ajude a criar melhores relacionamentos nos casamentos.

Bela História de Vida, ajuda hoje por que, amanhã podes precisar também

Certo dia, uma mulher avistou um mendigo, sentado numa calçada na Rua..

Aproximou-se dele, e como o pobre coitado, já estava acostumado a ser chacoteado por todos, a ignorou..

Um policia, observando a cena , aproximou-se :
– Ele está a incomodar a senhora?
Ela respondeu:
– De modo algum – eu é que estou tentando levá-lo até aquele restaurante, pois vejo que está com fome e até sem forças para se levantar. O senhor Policia ajuda-me a levá-lo até ao restaurante?
Rapidamente, o policia a ajudou, e o pobre homem, mesmo assim, não querendo ir, pois, não acreditava que isso estava a acontecer!
Chegando ao restaurante, o garçom, que foi atendê-los, disse sem pestanejar :
– Desculpe Senhora, mas ele não pode ficar aqui.. Vai afastar os meus clientes!!!
A mulher abaixou e levantou os olhos e disse:
– Sabe aquela enorme empresa ali em frente? Três vezes por semana, os diretores de lá juntamente com clientes, vêm fazer reuniões neste restaurante, e sei que o dinheiro que deixam aqui, é o que mantém este restaurante . Pois é, eu sou a proprietária daquela empresa. Posso fazer a refeição aqui, com o meu amigo.. ou não? O garçom fez um gesto positivo com a cabeça, o policia que estava de longe observando ficou boquiaberto, e o pobre homem, deixou cair nesse momento, uma lágrima de seus sofridos olhos.
Quando o garçom, se afastou, o homem perguntou:
– Obrigado Senhora, mas não entendo esse
gesto de bondade.
Ela segurou nas suas mãos , e disse :
– Não se lembra de mim, João ?
– Me parece familiar – respondeu – mas não me lembro de onde.
Ela, com lágrimas nos olhos, disse:
– Há algum tempo atrás, eu recém formada, vim para esta cidade… Sem nenhum dinheiro no bolso… Estava com muita fome… Sentei-me naquela praça, aqui em frente, por que tinha uma entrevista de emprego naquela empresa, que hoje é minha. Quando se aproximou de mim, um homem, com um olhar generoso. Lembra-se agora João? Ele, em lágrimas, afirmou que sim.
– Na época , o senhor trabalhava aqui. Naquele dia, fiz a melhor refeição da minha vida, pois estava com muita fome, e até sem forças. Toda hora, eu olhava para o senhor, pois estava com medo de prejudicá-lo, pois estava ali a comer de graça. Foi quando ví, o
senhor a tirar dinheiro do seu bolso e colocar
na caixa do restaurante. Fiquei mais aliviada.
E sabia que um dia poderia retribuir.
Alimentei-me, fui com mais forças para a minha entrevista.
Na época, a empresa ainda era pequena…
Passei na entrevista, especializei-me, ganhei muito dinheiro, acabei comprando algumas acções da empresa, e com o passar do tempo, fiquei a proprietária, e fiz a empresa ser o que ela é hoje.
Procurei pelo senhor, mas nunca o encontrei…
Até que hoje, o vi nessa situação. Hoje, o senhor não dorme mais na rua! Vai comigo para a minha casa… Amanhã, compraremos roupas novas, e o senhor vai trabalhar comigo!
Se abraçaram, a chorar.
O policia, o garçom e as demais pessoas, que viram essa cena, emocionaram-se diante da grande Lição de vida, que tinham acabado de presenciar!!!

MORAL DA HISTÓRIA:
Hoje sou eu a precisar . . . amanhã podes ser Tu!
Faz sempre o BEM… Um dia ele retornará em dobro para Ti !
Faz com que os teus amigos APRENDAM algo importante!

No último momento de vida, este homem rico fez 3 pedidos… É incrível o que ele pediu…

No último momento que tinha de vida, mesmo no último minuto, este senhor que estava prestes a deixar-nos, fez três pedidos… Esses pedidos são realmente surpreendentes, deixando assim quem estava à sua beira, de boca aberta e completamente emocionados.

homem_rico_fez_3_pedidos
1) Que o seu caixão fosse carregado pelos melhores médicos da época.2) Que os tesouros que ele tinha, fossem espalhados no caminho até ao túmulo.3) Que as suas mãos ficassem de fora do caixão para todos verem.Alguém assombrado perguntou o porquê destes pedidos.Ele explicou:1) Quero que os melhores médicos carreguem o meu caixão, para demonstrar que eles não têm poder de cura diante da morte.2) Quero que o trajecto seja coberto com os minhas riquezas, para que todos possam ver que os bens materiais conquistados aqui, ficam aqui.3) Quero as minhas mãos descobertas fora do caixão, de modo que as pessoas possam ver que nós viemos ao mundo de mãos vazias, sem nada, e ao morrer nada levamos…“O TEMPO” é o tesouro mais precioso que temos, podemos ganhar mais e mais dinheiro, mas não tempo…!O melhor presente que podes dar a alguém é o TEU TEMPO!!

Autêntica vergonha que se passa em Portugal! Desta vez…

Senti-me obrigado a publicar esta autêntica vergonha que se passa em Portugal! Mas então porque raio as pessoas votam? Porque raio nós pagamos impostos?

O texto que se segue é o testemunho de uma pessoa sobre um acontecimento triste e revoltante. Toda a informação presente neste artigo foi retirada directamente e totalmente da fonte que se encontra no final do artigo.




Reprodução da imagem presente na fonte do artigo.


Não sucedeu comigo.
Mas senti-me na mesma obrigado a publicar esta autêntica vergonha que se passa em Portugal.
Mas então porque raio as pessoas votam? Porque raio nós pagamos impostos?
“Tenho um sono muito leve, e numa noite destas notei que estava alguém a andar sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei-me em silêncio e fui acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta a passar pela janela do quarto.
Como a minha casa até é muito segura, com alarme, grades nas janelas e nas portas, não fiquei preocupado, mas claro que eu não ia deixar um ladrão andar ali tranquilamente.
Telefonei para a polícia, a informar sobre a ocorrência e dei a minha morada. Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não. Então disseram-me que não tinham nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém logo que fosse possível…
Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
– Eu liguei há pouco porque estava alguém no meu quintal. É para informar que já não é preciso muita pressa, porque eu já matei o ladrão com um tiro de uma pistola calibre 9 mm, que tinha guardada cá em casa, já há anos para estas situações. O tiro fez um belo buraco no pobre diabo!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um carro do INEM, uma unidade de resgate, duas equipas da TVI, uma da SIC e um representante duma entidade de direitos humanos.
Acabaram por prender o ladrão em flagrante, que ficou boquiaberto a olhar tudo o que se estava a passar, com cara de parvo. Talvez ele estivesse a pensar que aquela era a casa do Comandante Geral da PSP.
No meio do tumulto, o polícia encarregue desta operação, aproximou-se de mim e disse-me:
-Pensei que tivesse dito que tinha morto o ladrão !!!
Eu respondi:
– Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma viatura disponível!”.

Portugal - Crime de Alta Traição em preparação

Estou de acordo que acolhamos os verdadeiros refugiados, mas cuidadosamente, pois sabemos que entram por esse estatuto islâmicos terroristas. Vi uma estatística que mostrava como, nomeadamente os que vêm cometendo atentados nos vários países europeus, recebiam subsídios de inserção social, enquanto outros pregam nas mesquitas o ódio aos que chamam infiéis (sobretudo cristãos e judeus – como mandava Maomé no seu tempo), com ameaças de morte ao “ocidente” por ser cristão, dizem… Mais, já vimos pela TV e jornais manifestações nas praças europeias (como Londres, etc) com slogan´s e cartazes a dizerem isso. E, em nome da liberdade e da democracia, passam à vontade! Mas que dormitório se tornou esta Europa descristianizada…! É que essa gente não entende a democracia, nem a querem, mas aproveitam-se dela…

Parece estar a realizar-se a “profecia islâmica” de Kadafi: “A Europa foi islâmica e vai ser nossa  outra vez. Não vai ser com armas, mas com os filhos de nossas mulheres”…
Isto vem a propósito da notícia que recebi e reenvio, por me parecer oportuna.
A resposta a dar aos que querem construir Mesquitas em Portugal deveria ser como já alguns países o fizeram: “Deixamos construir as vossas mesquitas se nos vossos países deixarem construir as Igrejas cristãs”!
Claro que os nossos ateus e afins nos corredores do poder terão todo o interesse, para tentar minar sobretudo a Igreja Católica, facilitar ao máximo outras religiões e seitas, nomeadamente o islamismo, a pretexto de um diálogo inter-religioso – que em si é coisa boa, desde que seja em base de seriedade e de verdade…
O assunto é coisa séria de mais e não há margem para ingenuidade e distracções…Ver vamos.

Um copo cheio de água

Um jovem chega para o padre e diz:
– Padre não irei mais para a igreja!

O padre então respondeu:
– Mas por que?
O jovem respondeu:
– Ah! eu vejo a irmã que fala mal de outra irmã; o irmão que não lê bem; o grupo de canto que vive desafinando; as pessoas que durante as missas ficam olhando o celular, entre tantas e tantas outras coisas erradas que vejo fazerem na igreja.
Disse-lhe o padre:
– Ok! Mas antes quero que vc me faça um favor: pegue um copo cheio de água e dê três voltas pela igreja sem derramar uma gota de água no chão. Depois disso, você​ pode sair da igreja.
E o jovem pensou: muito fácil!
E deu as três voltas conforme o padre lhe pedira. Quando terminou disse:
– Pronto padre.
E o padre respondeu:
– Quando vc estava dando as voltas, você​ viu a irmã falar mal da outra?

O jovem:
– Não
Vc viu as pessoas reclamarem uns dos outros?

O jovem:
– Não
Você viu alguém olhando celular?
O jovem:
– Não
Sabe porquê?
– Você​ estava focado no copo para não derrubar a água.
O mesmo é na nossa vida. Quando o nosso foco for Nosso Senhor Jesus Cristo, não teremos tempo de ver os erros das pessoas.
QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU POR CAUSA DE JESUS.

Um Advogado

Um Advogado tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque sabiam que a criançada iria destruir a casa.
Ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir,
afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar já se estava esgotando.
Daí teve uma idéia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma e quando o agente lhe perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha 12.
Daí o agente perguntou:
– onde estão os outros ?!
E ele respondeu, com um ar muito triste:
– “Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir…
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Assim são os políticos, não é por acaso, que quase todos são advogados… !!!

Um turista no Algarve

Um turista no Algarve, bêbedo que nem um cacho, foi mandado parar para um teste de alcoolemia. 
Diz o guarda:
– O sr. bebeu alguma coisa hoje?
– Sim senhor Guarda. Vim ao casamento da minha sobrinha e antes de ir para o casamento enfiei logo umas cervejolas. No banquete bebi umas 3 ou 4 garrafas de tintol e à noite na festa mais 2 garrafas de Johnny Walker black. Hic!!!
– E o sr. sabe que eu sou da Brigada de trânsito e isto é um controle de alcoolemia?
– Sei sim senhor, perfeitamente sr. guarda!!
E o sr. guarda já reparou que este carro é inglês, tem o volante do outro lado e quem está a conduzir é a minha mulher?

Lição de Vida

Certo dia, uma mulher avistou um mendigo, sentado numa calçada na Rua.
Aproximou-se dele, e como o pobre coitado já estava acostumado a ser chacoteado por todos, a ignorou.
Um policia, observando a cena, aproximou-se:– Ele está a incomodar a senhora?Ela respondeu:– De modo algum – eu é que estou tentando levá-lo até aquele restaurante, pois vejo que está com fome e até sem forças para se levantar. O senhor Polícia ajuda-me a levá-lo até ao restaurante?Rapidamente, o polícia a ajudou e, o pobre homem, mesmo assim, não querendo ir, pois não acreditava que isso estava a acontecer.
– Desculpe Senhora, mas ele não pode ficar aqui. Vai afastar os meus clientes!
A mulher abaixou e levantou os olhos e disse:
– Sabe, aquela enorme empresa ali em frente? Três vezes por semana, os diretores de lá juntamente com os clientes, vêm fazer reuniões neste restaurante, e sei que o dinheiro que deixam aqui, é o que mantém este restaurante. Pois é, eu sou a proprietária daquela empresa. Posso fazer a refeição aqui, com o meu amigo ou não?
O garçon fez um gesto positivo com a cabeça, o polícia que estava de longe observando ficou boquiaberto, e o pobre homem, deixou cair nesse momento, uma lágrima de seus sofridos olhos.
– Obrigado Senhora, mas não entendo esse gesto de bondade.
Ela segurou nas suas mãos e disse:
– Não se lembra de mim, João ?
– Me parece familiar – respondeu – mas não me lembro de onde.
Ela, com lágrimas nos olhos, disse:
– Há algum tempo atrás, eu recém formada, vim para esta cidade. Sem nenhum dinheiro no bolso. Estava com muita fome. Sentei-me naquela praça, aqui em frente, por que tinha uma entrevista de emprego naquela empresa, que hoje é minha. Quando se aproximou de mim um homem, com um olhar generoso. Lembra-se agora João?
Ele, em lágrimas, afirmou que sim.
– Na época , o senhor trabalhava aqui. Naquele dia, fiz a melhor refeição da minha vida, pois estava com muita fome, e até sem forças. Toda hora, eu olhava para o senhor, pois estava com medo de prejudicá-lo, pois estava ali a comer de graça. Foi quando ví, o senhor a tirar dinheiro do seu bolso e colocar na caixa do restaurante. Fiquei mais aliviada. E sabia que um dia poderia retribuir. Alimentei-me, fui com mais forças para a minha entrevista.
Na época, a empresa ainda era pequena. Passei na entrevista, especializei-me, ganhei muito dinheiro, acabei comprando algumas acções da empresa, e com o passar do tempo, fiquei a proprietária, e fiz a empresa ser o que ela é hoje.
situação. Hoje, o senhor não dorme mais na rua! Vai comigo para a minha
casa. Amanhã, compraremos roupas novas, e o senhor vai trabalhar comigo!
Se abraçaram, a chorar.
O polícia, o garçon e as demais pessoas, que viram essa cena, emocionaram-se diante da grande Lição de vida que tinham acabado de presenciar!
Hoje sou eu a precisar . . . amanhã podes ser Tu!
Faz sempre o BEM… Um dia ele retornará em dobro para Ti!
Chegando ao restaurante, o garçon, que foi atendê-los, disse sem pestanejar:
Quando o garçon se afastou, o homem perguntou:
Procurei pelo senhor, mas nunca o encontrei. Até que hoje, o vi nessa
MORAL DA HISTÓRIA:

Só 15 euros

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Um homem chegou a casa tarde do trabalho, cansado, irritado e encontrou o seu filho de 5 anos à espera dele.
Pai, posso fazer-te uma pergunta?
O que é? Respondeu o homem.
Pai, quanto é que ganhas por hora?
Isso não é da tua conta. Porque é que estás a perguntar uma coisa dessas? – Respondeu o Pai em tom agressivo.
Eu só quero saber. Diz-me quanto ganhas numa hora?
Se queres saber, eu ganho 15,00€ por hora.
Ah… – o menino respondeu, com a cabeça para baixo.
Pai, podes emprestar-me 7,50€?
O pai ficou furioso – Essa é a única razão pela qual me perguntaste isso? Pensas que é assim que podes conseguir algum dinheiro para comprares um brinquedo ou alguma outra coisa? Vai para o teu quarto e deita-te. Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades.
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O Pai sentou-se e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do filho. Como ele ousa fazer tais perguntas só para conseguir algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha-se acalmado e começou a pensar:
Talvez houvesse algo que o filho realmente precisava comprar com esses 7,50 € e ele não pedia dinheiro com muita frequência. Foi para a porta do quarto do filho e abriu a porta.
Estás a dormir, meu filho? – perguntou.
Não pai, estou acordado! – respondeu o filho…
Eu estive a pensar, talvez eu tenha sido muito duro contigo. Tive um longo dia e acabei por descarregar em ti. Aqui estão os 7,50€ que me pediste.
O menino levantou-se a sorrir. Oh pai, obrigado, gritou. Rebuscou alguns trocos por baixo do seu travesseiro.
O Pai viu que o menino já tinha algum dinheiro e começou a enfurecer-se novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro e, em seguida, olhou para o pai…
Por é que queres mais dinheiro se já tinhas algum? Gritou o pai.
Porque eu ainda não tinha o suficiente, mas agora já tenho. Pai, eu agora tenho 15,00€. Posso comprar uma hora do teu tempo? Por favor, chega mais cedo amanhã a casa. Gostaria de jantar contigo.
O pai ficou destroçado. Colocou os seus braços em torno do filho, e pediu-lhe desculpa.
É apenas uma pequena lembrança a todos que trabalham duro na vida. Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o
tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que são importantes para nós, os que estão perto do nosso coração. Não te esqueças de compartilhar esses 15,00 € do valor do teu tempo, com alguém que gostas/amas.
Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos a trabalhar, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas. Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas...

A saudade

Um médico conta esta conversa com uma menina de 11 anos, vítima de cancro. A história encontrei-a num livro de “pequenas histórias para a alma”, de Bruno Ferrero. A fotografia é o pôr-do-sol, hoje, em Leiria.

“Doutor, – disse-me – a minha mãe sai muitas vezes do quarto para chorar, escondida nos corredores. Quando eu morrer, creio que sentirá muita saudade. Mas eu não tenho medo de morrer. Eu não nasci para esta vida”.
Perguntei-lhe: “O que é para ti a morte?”
“Olha, doutor, quando somos pequenos, às vezes, queremos dormir na cama dos nossos pais e, de manhã, acordamos na nossa cama, não é assim?”
“Sim, é” – respondi.
E ela: “Um dia vou dormir e o meu Pai virá buscar-me e acordarei na sua casa. Aquela será a minha verdadeira vida”.
Fiquei sem palavras, tal foi a surpresa pela maturidade e visão espiritual daquela criança.
“E a minha mãe ficará com mais saudade”, acrescentou.
Emocionado, procurando conter as lágrimas, perguntei:
“O que é que significa para ti a saudade?”
“Saudade é o amor que permanece”.
Hoje, aos 53 anos, desafio quem quer que seja a dar uma definição melhor, mais direta e simples da palavra saudade: é o amor que permanece e não se extingue!

Perguntei-lhe: “O que é para ti a morte?”

“Olha, doutor, quando somos pequenos, às vezes, queremos dormir na cama dos nossos pais e, de manhã, acordamos na nossa cama, não é assim?”

“Sim, é” – respondi.

E ela: “Um dia vou dormir e o meu Pai virá buscar-me e acordarei na sua casa. Aquela será a minha verdadeira vida”.

Fiquei sem palavras, tal foi a surpresa pela maturidade e visão espiritual daquela criança.

“E a minha mãe ficará com mais saudade”, acrescentou.

Emocionado, procurando conter as lágrimas, perguntei:

“O que é que significa para ti a saudade?”

“Saudade é o amor que permanece”.

Hoje, aos 53 anos, desafio quem quer que seja a dar uma definição melhor, mais direta e simples da palavra saudade: é o amor que permanece e não se extingue! 

“Um dia, cheguei cedo ao hospital e ali encontrei o meu pequeno anjo sozinho no seu quarto. Perguntei-lhe pela mãe. A resposta que me deu, ainda hoje não consigo contá-la sem sentir profunda emoção.

O meu anjinho partiu, já há muitos anos. Mas deixou-me uma grande lição que me ajudou a tornar melhor a minha vida, a procurar ser mais humano e afetuoso com os meus pacientes, a redescobrir os verdadeiros valores. Como é belo existir a saudade, o amor que permanece para sempre!
Padre Jorge Guarda